Homenagem DJ Dael

  • 06:04
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Homenagem de todos que gosta e curte musica automotiva e musica eletrônica, pessoas que esquece os problemas e dança a noite toda, nos lamentamos a morte do DJ Dael. E pedimos que Deus de força e ilumine todos seus amigos e parentes.

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jonas o motoqueiro- ela não tem freio

  • 06:53
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Jonas o motoqueiro resolveu se aventura em uma moto Honda bis sem freio olha ai o que aconteceu.


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Aretuza

  • 04:46
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Aretuza na parque resolveu colocar pra fora suas insatisfação com o lugar , o que ela não esperava é que alguém iria tentar piorar a situação com as frases não respire e olhe pra baixo .queriam mesmo era mata a coitada da Aretuza.


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Novo álbum do Gorillaz estará disponível para download no Natal

  • 06:31
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O Gorillaz decidiu dar uma de Papai Noel esse ano. A banda britânica vai lançar o novo álbum no Natal e irá liberá-lo para download gratuito no site oficial, no dia 25 de dezembro.

A grande novidade é que o disco, ainda sem nome, foi gravado em um iPad, nova sensação da  Apple, lançado no primeiro semestre de 2010. 

Em entrevista ao jornal australiano Perth Now, o desenhista Jamie Hewllet, responsável pela parte gráfica do Gorillaz, contou que um vídeo para uma das canções do disco será divulgado na véspera de Natal. 

As informações são do site Uol Música.







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Imagens exclusivas terror no rio

  • 19:26
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Polícia do Rio entra, agora, na fase de caça aos fugitivos

  • 19:08
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Chefe de Polícia Civil alerta, no entanto, que a prioridade hoje não pode ser apenas correr atrás de traficantes, mas atacar a estrutura do crime


Uma das galerias por onde teriam escapado cerca de 50 bandidos do Complexo do Alemão
“É óbvio que alguns bandidos fugiram, mas não é esse o ponto. Durante muito tempo, trabalhamos com a lógica de prender os ‘cabeças’ do tráfico. Minha pergunta é: essas prisões reduziram o poder dos traficantes?”
A operação no Complexo do Alemão é considerada um sucesso – inclusive de público, como mostrou uma pesquisa do Ibope sobre a aprovação da população. Mas na esteira da ocupação, começa um complicado trabalho de buscas para encontrar os mais de 500 traficantes que as câmeras de TV mostraram na quinta-feira, quando criminosos fortemente armados abandonaram a Vila Cruzeiro para se abrigar na favela vizinha. A Polícia Civil, encarregada das investigações, já tem pelo menos dois indícios fortes sobre a fuga da quadrilha.
O primeiro deles é um conjunto de denúncias sobre a debandada de cerca de 50 criminosos pelas redes de esgoto e pluvial, algumas delas construídas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cartas e denúncias anônimas levaram a polícia a descobrir que as galerias podem ter funcionado como uma rede de túneis de cerca de 600 metros, desembocando fora do complexo de favelas. A segunda, a suspeita de que sejam do Alemão os seis criminosos que mantiveram uma família refém na Vista Chinesa, na zona sul. O grupo teria fugido pela mata da Floresta da Tijuca.
As capturas – como a de um dos ‘seguranças’ do traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, nesta quinta-feira – estão na pauta. Mas não têm hoje, segundo o chefe de Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, o mesmo peso para o combate ao tráfico. “Nossa lógica hoje é a de atacar a estrutura do crime: armas, drogas, bens de familiares, lavagem de dinheiro. Vamos prender. Mas a prioridade não pode mais ser apenas correr atrás de traficante”, diferencia Turnowski.
“É óbvio que alguns bandidos fugiram, mas não é esse o ponto. Durante muito tempo, trabalhamos com a lógica de prender os ‘cabeças’ do tráfico. Minha pergunta é: essas prisões reduziram o poder dos traficantes?”, indaga Turnowski. “O traficante Pezão, do Alemão, recebe ordens do Marcinho VP, que é o chefe. VP está preso, mas ainda dá ordens. Não é difícil enxergar que prender chefes não adiantava, pois vinha em seguida o segundo escalão e operava”, explica. “Atacamos o território, as armas e a droga. Trinta e cinco toneladas é muita coisa, muito dinheiro deles que estava empenhado em um estoque. Os que por ventura tenham escapado ainda são bandidos, mas não têm mais o mesmo poder”, diz o chefe de polícia.

Tubulações - A suspeita mais grave é de que, por pressão dos bandidos, funcionários do PAC teriam construído redes pluviais e de esgoto fora do projeto original, para favorecer uma situação de cerco como a do último fim de semana. Os bandidos que escaparam seriam a ‘cúpula’ do Comando Vermelho, que receberam a cobertura de uma espécie de segundo escalão, encarregado de trocar tiros com as tropas na noite de sábado para ocultar a movimentação nos subterrâneos do Alemão.

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, prefere se dedicar ao mérito da ocupação e à retomada do território – verdadeiro propósito da polícia de pacificação. “Marginal sem território, sem armas, sem quadrilha e sem dinheiro é muito menos marginal”, disse, na noite de domingo, ainda no calor da invasão do conjunto de favelas.

A captura dos bandidos fora da situação de flagrante – com armas, drogas ou cometendo um crime – é mais complexa, como explicou o secretário. “A legislação é assim. Só posso prender uma pessoa em flagrante delito, com processo judicial ou se é procurada. Obviamente, pessoas vão passar pelos policiais e podem ser conhecidas na região como participantes de crime. Mas isso não basta para uma prisão dentro da lei”, explicou.

Há ainda um complicador: por suas dimensões e população, o Alemão é uma verdadeira cidade, com construções irregulares, subterrâneos ocultos, paredes falsas e todo tipo de dificuldade para as investigações. A operação ‘pente-fino’ que recupera armas, recolhe drogas e dinheiro do tráfico tem conseguido chegar até os esconderijos mais óbvios. Mas há, certamente, inúmeros outros a descobrir.

Detran - A operação “pente fino” realizada no Alemão desde a ocupação do complexo ganhou, na quarta-feira, um apoio importante para identificar foragidos, pessoas com passagem pela polícia por tráfico e produtos de roubos e furtos. O Departamento de Trânsito (Detran) do Rio disponibilizou um equipamento que identifica, em poucos minutos, se a pessoa tem algum problema com a Justiça ou com a polícia para o comando das operações policiais no Complexo do Alemão.
Um veículo do Detran, conectado com o bando de dados da instituição, ajuda os policiais a descobrir, imediatamente, a situação de uma pessoa que passa por averiguações. A consulta pode ser por nome ou impressão digital. O Detran também cedeu veículos equipados com câmeras que leem placas de veículos e reconhece carros roubados ou placas frias. O mesmo sistema tem capacidade de verificar a situação da Carteira Nacional de Habilitação vinculada a cada carro, sem que haja necessidade de parar o motorista.
No blog VEJA Acompanha, outras notícias sobre o combate ao crime organizado no Rio.
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Forças Armadas temem que a polícia do Rio possa ser má influência para os militares que atuam no estado

  • 19:06
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Comando acredita que policiais corruptos possam contaminar tropas, diz jornal

Soldado do exército revista morador no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro – 29/11/2010
Soldado do exército revista morador no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro – 29/11/2010 
Um acordo costurado entre o Planalto e o governo do Rio de Janeiro estabeleceu que as Forças Armadas ficarão no estado até outubro de 2011. E o presidente Lula já disse que as tropas ajudarão o governo fluminense “pelo tempo que for preciso”. O comando militar, porém, teme que a permanência dos soldados no Rio possa resultar em uma “contaminação” dos militares pelos policiais corruptos.

De acordo com a edição desta sexta-feira do jornal O Globo, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, entregará ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, uma diretriz elaborada pelos chefes dos estados-maiores da Marinha e do Exército e também pelos comandantes militares. O documento estabelece normas para a atuação das tropas e fixa o tempo de atuação das forças no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro.

O comando das Forças Armadas se preocupa também com a indefinição do papel de seus homens no combate ao banditismo no Rio. Nas reuniões entre o general Nardi e os demais chefes dos estados-maiores, um dos oficiais lembrou que, entre os 800 militares que atuam nos morros ocupados, há muitos que moram em outras favelas fluminenses – o que pode resultar numa retaliação de traficantes que dominam essas regiões.

Ainda segundo o jornal, os oficiais também se irritaram com as declarações do governador do Rio, Sérgio Cabral, a respeito da permanência das tropas. Os comandantes acreditam que o anúncio representou uma quebra de hierarquia, já que as Forças Armadas não estão subordinadas a governos estaduais.

O anúncio do pedido foi feito após um encontro de Cabral com a presidente eleita Dilma Rousseff, na segunda-feira. A força de paz, como foi chamada pelo governador, vai atuar na transição até que seja possível instalar Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas áreas que eram controladas pelo crime e foram retomadas no fim de semana.

O controle dos acessos às favelas antes dominadas pelo tráfico continua a cargo da autoridade policial. Já o trabalho de rotina será feito pelas forças designadas pelo Ministério da Defesa – que também incomoda as Forças Armadas, que tiveram alterada sua missão: de um trabalho de vigilância ao redor dos morros para o de policiamento dentro do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro.
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