Homenagem de todos que gosta e curte musica automotiva e musica eletrônica, pessoas que esquece os problemas e dança a noite toda, nos lamentamos a morte do DJ Dael. E pedimos que Deus de força e ilumine todos seus amigos e parentes.
Homenagem DJ Dael
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 06:04
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
jonas o motoqueiro- ela não tem freio
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 06:53
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
Jonas o motoqueiro resolveu se aventura em uma moto Honda bis sem freio olha ai o que aconteceu.
Aretuza
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 04:46
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
Aretuza na parque resolveu colocar pra fora suas insatisfação com o lugar , o que ela não esperava é que alguém iria tentar piorar a situação com as frases não respire e olhe pra baixo .queriam mesmo era mata a coitada da Aretuza.
Novo álbum do Gorillaz estará disponível para download no Natal
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 06:31
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
O Gorillaz decidiu dar uma de Papai Noel esse ano. A banda britânica vai lançar o novo álbum no Natal e irá liberá-lo para download gratuito no site oficial, no dia 25 de dezembro.
A grande novidade é que o disco, ainda sem nome, foi gravado em um iPad, nova sensação da Apple, lançado no primeiro semestre de 2010.
A grande novidade é que o disco, ainda sem nome, foi gravado em um iPad, nova sensação da Apple, lançado no primeiro semestre de 2010.
Em entrevista ao jornal australiano Perth Now, o desenhista Jamie Hewllet, responsável pela parte gráfica do Gorillaz, contou que um vídeo para uma das canções do disco será divulgado na véspera de Natal.
Imagens exclusivas terror no rio
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 19:26
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
Polícia do Rio entra, agora, na fase de caça aos fugitivos
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 19:08
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
Chefe de Polícia Civil alerta, no entanto, que a prioridade hoje não pode ser apenas correr atrás de traficantes, mas atacar a estrutura do crime
“É óbvio que alguns bandidos fugiram, mas não é esse o ponto. Durante muito tempo, trabalhamos com a lógica de prender os ‘cabeças’ do tráfico. Minha pergunta é: essas prisões reduziram o poder dos traficantes?”
O primeiro deles é um conjunto de denúncias sobre a debandada de cerca de 50 criminosos pelas redes de esgoto e pluvial, algumas delas construídas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Cartas e denúncias anônimas levaram a polícia a descobrir que as galerias podem ter funcionado como uma rede de túneis de cerca de 600 metros, desembocando fora do complexo de favelas. A segunda, a suspeita de que sejam do Alemão os seis criminosos que mantiveram uma família refém na Vista Chinesa, na zona sul. O grupo teria fugido pela mata da Floresta da Tijuca.
As capturas – como a de um dos ‘seguranças’ do traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, nesta quinta-feira – estão na pauta. Mas não têm hoje, segundo o chefe de Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, o mesmo peso para o combate ao tráfico. “Nossa lógica hoje é a de atacar a estrutura do crime: armas, drogas, bens de familiares, lavagem de dinheiro. Vamos prender. Mas a prioridade não pode mais ser apenas correr atrás de traficante”, diferencia Turnowski.
“É óbvio que alguns bandidos fugiram, mas não é esse o ponto. Durante muito tempo, trabalhamos com a lógica de prender os ‘cabeças’ do tráfico. Minha pergunta é: essas prisões reduziram o poder dos traficantes?”, indaga Turnowski. “O traficante Pezão, do Alemão, recebe ordens do Marcinho VP, que é o chefe. VP está preso, mas ainda dá ordens. Não é difícil enxergar que prender chefes não adiantava, pois vinha em seguida o segundo escalão e operava”, explica. “Atacamos o território, as armas e a droga. Trinta e cinco toneladas é muita coisa, muito dinheiro deles que estava empenhado em um estoque. Os que por ventura tenham escapado ainda são bandidos, mas não têm mais o mesmo poder”, diz o chefe de polícia.
Tubulações - A suspeita mais grave é de que, por pressão dos bandidos, funcionários do PAC teriam construído redes pluviais e de esgoto fora do projeto original, para favorecer uma situação de cerco como a do último fim de semana. Os bandidos que escaparam seriam a ‘cúpula’ do Comando Vermelho, que receberam a cobertura de uma espécie de segundo escalão, encarregado de trocar tiros com as tropas na noite de sábado para ocultar a movimentação nos subterrâneos do Alemão.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, prefere se dedicar ao mérito da ocupação e à retomada do território – verdadeiro propósito da polícia de pacificação. “Marginal sem território, sem armas, sem quadrilha e sem dinheiro é muito menos marginal”, disse, na noite de domingo, ainda no calor da invasão do conjunto de favelas.
A captura dos bandidos fora da situação de flagrante – com armas, drogas ou cometendo um crime – é mais complexa, como explicou o secretário. “A legislação é assim. Só posso prender uma pessoa em flagrante delito, com processo judicial ou se é procurada. Obviamente, pessoas vão passar pelos policiais e podem ser conhecidas na região como participantes de crime. Mas isso não basta para uma prisão dentro da lei”, explicou.
Há ainda um complicador: por suas dimensões e população, o Alemão é uma verdadeira cidade, com construções irregulares, subterrâneos ocultos, paredes falsas e todo tipo de dificuldade para as investigações. A operação ‘pente-fino’ que recupera armas, recolhe drogas e dinheiro do tráfico tem conseguido chegar até os esconderijos mais óbvios. Mas há, certamente, inúmeros outros a descobrir.
Detran - A operação “pente fino” realizada no Alemão desde a ocupação do complexo ganhou, na quarta-feira, um apoio importante para identificar foragidos, pessoas com passagem pela polícia por tráfico e produtos de roubos e furtos. O Departamento de Trânsito (Detran) do Rio disponibilizou um equipamento que identifica, em poucos minutos, se a pessoa tem algum problema com a Justiça ou com a polícia para o comando das operações policiais no Complexo do Alemão.
Um veículo do Detran, conectado com o bando de dados da instituição, ajuda os policiais a descobrir, imediatamente, a situação de uma pessoa que passa por averiguações. A consulta pode ser por nome ou impressão digital. O Detran também cedeu veículos equipados com câmeras que leem placas de veículos e reconhece carros roubados ou placas frias. O mesmo sistema tem capacidade de verificar a situação da Carteira Nacional de Habilitação vinculada a cada carro, sem que haja necessidade de parar o motorista.
No blog VEJA Acompanha, outras notícias sobre o combate ao crime organizado no Rio.
Forças Armadas temem que a polícia do Rio possa ser má influência para os militares que atuam no estado
- Postado por Sandro Augusto Ferreira
- 19:06
- 0 comentários
- Marcadores: No labels
Comando acredita que policiais corruptos possam contaminar tropas, diz jornal
Soldado do exército revista morador no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro – 29/11/2010
De acordo com a edição desta sexta-feira do jornal O Globo, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi, entregará ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, uma diretriz elaborada pelos chefes dos estados-maiores da Marinha e do Exército e também pelos comandantes militares. O documento estabelece normas para a atuação das tropas e fixa o tempo de atuação das forças no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro.
O comando das Forças Armadas se preocupa também com a indefinição do papel de seus homens no combate ao banditismo no Rio. Nas reuniões entre o general Nardi e os demais chefes dos estados-maiores, um dos oficiais lembrou que, entre os 800 militares que atuam nos morros ocupados, há muitos que moram em outras favelas fluminenses – o que pode resultar numa retaliação de traficantes que dominam essas regiões.
Ainda segundo o jornal, os oficiais também se irritaram com as declarações do governador do Rio, Sérgio Cabral, a respeito da permanência das tropas. Os comandantes acreditam que o anúncio representou uma quebra de hierarquia, já que as Forças Armadas não estão subordinadas a governos estaduais.
O anúncio do pedido foi feito após um encontro de Cabral com a presidente eleita Dilma Rousseff, na segunda-feira. A força de paz, como foi chamada pelo governador, vai atuar na transição até que seja possível instalar Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas áreas que eram controladas pelo crime e foram retomadas no fim de semana.
O controle dos acessos às favelas antes dominadas pelo tráfico continua a cargo da autoridade policial. Já o trabalho de rotina será feito pelas forças designadas pelo Ministério da Defesa – que também incomoda as Forças Armadas, que tiveram alterada sua missão: de um trabalho de vigilância ao redor dos morros para o de policiamento dentro do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro.
















